Sistema Agroflorestal com foco em citricultura na Fazenda da Toca

Andréa Pimentel, docente da Universidade Federal de São Carlos 

Estamos em meio a um momento histórico da agricultura. Uma nova era impulsionada por consumidores mais preocupados com a sua alimentação e uma demanda mundial crescente por sustentabilidade ambiental e social.

 

Diante desse cenário em que as pessoas são mais críticas em relação ao alimento com agrotóxicos ou produzido com um rastro de agressão à natureza, a Agroecologia desponta como uma “profissão do futuro”. Essa é a visão de Andréa Eloisa Bueno Pimentel, docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

  

Tivemos o prazer e a honra de recebê-la na Toca e nos apresentar aos alunos da Agroecologia no campus de Araras (SP). Desse encontro, surgiram conversas bastante inspiradoras que culminaram nessa entrevista interessantíssima sobre os rumos da agroecologia.

  

Andréa comenta que hoje já há no Brasil centenas de grupos de pesquisa nesse segmento e fala sobre a evolução da agroecologia na Academia e no mercado, que deve se acelerar cada vez mais, seguindo uma tendência global. Esse modelo agrícola é apontado pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) como o caminho para erradicar a fome no mundo e atender a demanda por alimentos, com uma abordagem que garanta “que ninguém seja deixado para trás”.

  

E não faltam exemplos de iniciativas agroecológicas no Brasil. Andreá cita, entre eles, o caso de Florianópolis, que será a primeira zona livre de agrotóxicos no país. E, ao longo dessa entrevista, nos dá um panorama geral sobre essa atividade tão promissora do ponto de vista ambiental, social e econômico.

 

Confira a seguir:

  

  1. A UFSCAR possui um dos cursos de graduação mais tradicionais do país na área de Agroecologia. Hoje qual é o principal, ou principais, focos do curso? Quais são as competências que o agroecológo deve desenvolver?

   

O foco do curso é a formação de um profissional que, a partir de fundamentos técnicos, humanistas, sócio-políticos e metodológicos, possa atuar tanto nas esferas públicas e privadas, dentro do campo da Agroecologia. E começamos a trabalhar agora com o perfil empreendedor, que era algo que faltava.

  

Entre as diversas competências, tem-se: habilidade para se desenhar agroecossistemas mais resilientes e eficientes; contribuir no processo de conversão agroecológica de unidades produtivas ditas como convencionais; planejar e implementar estratégias, métodos e processos de manejo sustentável dos recursos naturais; orientar processos de uso de maquinários adaptados ao manejo ecológico; orientar a aplicação de métodos naturais e alternativos de manejo fitossanitário e das zoonoses na produção animal; participar na elaboração, assessoria e implementação de projetos de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável; planejar e implementar projetos agroflorestais e de recuperação de áreas degradadas; fomentar as diversas formas de organização social que visem o fortalecimento da cooperação e da solidariedade na agricultura; promover canais de comercialização ligados a circuitos curtos e saber gerenciar seu próprio empreendimento.

 


  

2. Quais são as principais diferenças que você vê hoje e 10 anos atrás do ponto de vista do perfil do aluno de agroecologia e também da qualidade e do conteúdo da graduação?

 

Os discentes que ingressam no curso, em geral, têm um perfil semelhante, que é a preocupação com as questões ambientais, sociais, identidade com a produção agrícola e com o meio rural. O que mudou foi a matriz curricular do curso.

  

Inicialmente, a concepção do curso era que os discentes deveriam ter uma formação do geral para o especifico, alocando as disciplinas das áreas de humanas e sociais para os primeiros anos e as disciplinas de agrárias para os últimos anos. Os educandos sentiam-se, em geral, desmotivados porque estavam num curso que, embora interdisciplinar, pertence à área de agrárias.

 

Fizemos mudanças na matriz, alocando disciplinas da área de agrárias para os primeiros perfis, mas a matriz ainda não estava a contento. Recentemente fizemos uma outra mudança da matriz curricular. Reduzimos a carga horária de disciplinas obrigatórias porque havia sombreamento em algumas disciplinas, outras porque o conteúdo estava ultrapassado. Mantivemos o número de disciplinas obrigatórias em conformidade com as exigências do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) e de acordo com as diretrizes curriculares dos cursos de Engenharia Agronômica e ampliamos o número de disciplinas optativas. Foi um longo processo de discussão que culminou numa matriz que agradou a todas e todos.  

 


   

3. Hoje, imagino que a procura pelo curso de agroecologia deve ser já muito maior do que era. Você acredita que o curso de agroecologia caminha para ter o mesmo ou maior interesse do que a agronomia convencional? A agroecologia deve se popularizar daqui para a frente?

  

Tenho informações sobre a quantidade de candidatos inscritos no SISU a partir de 2013. O curso iniciou-se em 2009. De 2013 a 2016 tivemos sim um aumento do número de candidatos. De 2017 a 2018 tivemos uma queda na procura, mas não foi um evento exclusivo do curso de Agroecologia. Outros cursos também tiveram queda na procura.

  

No que diz respeito à comparação de interesse, minha visão particular é que o curso de Agronomia, da forma como ele é hoje, não se sustenta no médio prazo. Há inclusive, dentro do movimento da Agroecologia, pessoas que consideram que o curso de Agroecologia não deveria existir porque o curso de Agronomia necessita ser remodelado. Há uma resistência muito grande dentro de CREA de fornecer registro de profissão para os agroecólogos, mesmo que a matriz curricular mínima seja comum para ambos.

  

A matriz mínima é igual, mas a abordagem é diferente. Chegaram a fornecer, mas colocando o/a profissional num nível técnico e não superior.

 

Acredito muito na Agroeocologia enquanto profissão do futuro. O consumidor atual está muito preocupado com o impacto ambiental gerado pela produção, com a alimentação saudável, com a alimentação produzida sem veneno. No caso de commodities agrícolas, os embargos internacionais podem ajudar o produtor a repensar seu modo de produção. Redução de custos, maior produtividade, melhor eficiência gerados com os desenhos de sistemas de produção agroecológico também podem atuar positivamente pela procurado do/a profissional.

  

O que precisamos é trabalhar com a imagem desse profissional. O Guia do Estudante descreve que o/a Agroecólogo/a pode trabalhar em ONGs, cooperativas, pequenas propriedades, órgão do governo, de assistência técnica e extensão rural e que se ingressa na carreira como tecnólogo. É uma visão reducionista e que precisa ser combatida.

Um fenômeno interessante que constatamos no curso, nos últimos anos, é a presença, nos primeiros anos, de dois, três, cinco discentes que já fizeram curso superior, mas que veem na Agroecologia uma profissão. 

     


  

4. Quando falamos de agricultura orgânica, agroflorestas e agroecologia, a falta de profissionais capacitada é vista como um gargalo. Você acredita que essa questão será solucionada em curto-prazo com um número maior de pessoas buscando formação em agroecologia e também uma qualificação técnica melhor do agroecólogo?   

 

Primeiramente parece haver um desconhecimento do mercado quanto a formação desse profissional. Embora não seja em grande número, ele existe. Estive esse ano na Bio Brazil Fair, conversei com vários expositores que desconheciam o curso de Bacharelado de Agroecologia da UFSCar. Logo, é nosso dever dialogar mais com as empresas, com produtores rurais, apresentando nossos profissionais e ouvindo deles quais as demandas.

O trabalho passa também pelo monitoramento dos egressos, com divulgação da inserção desses profissionais no mercado de trabalho. Assim teremos mais pessoas buscando o curso. São ações que devem ser feitas pela coordenação do curso.

 

Uma ação efetiva que estamos fazendo e que pode colaborar nesse sentido é a criação de um curso de Especialização, lato sensu, de Agroecologia. O curso está sendo estruturado e, a priori, deve inicia-se em 2021.

  


 

5. Sabemos que a Revolução Verde abriu um vasto campo de pesquisa voltado ao pacote tecnológico convencional. Hoje, vemos que há muitos campos de pesquisa também no segmento da agroecologia, como controle biológico, por exemplo. Quais são, ou quais deveriam ser, as principais linhas de pesquisa da agroecologia atualmente?

  

Temos hoje registrados na base de dados do CNPq 426 grupos de pesquisa que estudam temas ligados a Agroecologia. O leque de pesquisa é muito grande, contudo, há predomínio de estudos sobre: cultivos consorciados e rotação de culturas, adubação verde, sistemas agroflorestais, controle biológico e fisiológico, polinização e policultivos, agricultura familiar, canais de comercialização e políticas públicas. Dentre os sistemas de produção, há predomínio da produção orgânica.

  


 

 6. Qual é a principal demanda hoje no setor de agroecologia em termos de pesquisa e desenvolvimento científico? Do ponto de vista científico, você diria que a agroecologia se encontra em que estágio? Ainda muito incipiente, ou já com mais robustez?

 

Um trabalho que gostaria de fazer, que sugeri para a Tellus Jr. é a realização de prospecção tecnológica. Mapear as demandas de produtores por inovações tecnológicas, as pesquisas geradas nas Universidades e fazer a ponte entre esses atores e, se necessário, a inclusão de agentes financiadores.

No tocante às pesquisas, uma área importante é o desenvolvimento de maquinários e implementos adequados a diversidade cultural, ao tamanho das propriedades, que gerem menos compactação no solo, que use fontes mais renováveis de energia. Como exemplo temos protótipos de trator movido a energia solar. Mas são protótipos ainda. A área de fruticultura também apresenta grande potencial. Temos aproximadamente 300 frutas típicas do Brasil, mas a variedade de frutas comercializadas é muito restrita.

 

Outra área importante são os estudos de cálculos de custos de produção. Há poucos estudos sobre o tema. A Agroecologia também precisa avançar frente a agricultura digital, mas que seja acessível aos pequenos produtores.

 

Sobre o estágio de desenvolvimento científico que a Agroecologia se encontra, essa resposta é muito difícil porque depende muito do foco da pesquisa. Adubação verde, por exemplo, é um tema que tem robustez. Agricultura de montanha ainda é um tema bem incipiente.

  


   

7. Em relação a outros países, como você compara o nível de desenvolvimento da agroecologia no Brasil?

Essa comparação é mais fácil de ser feita se formos considerar políticas públicas. A Rede Políticas Públicas e Desenvolvimento Rural da América Latina (Rede PP-AL) fez uma análise das políticas públicas para a promoção da Agroecologia na América Latina e Caribe, no período de 2015 e 2016. Constatou um avanço na difusão dos princípios e conceitos da Agroecologia na região bem como progressos científicos, mas concluiu que os benefícios gerados pela Agroecologia foram pouco difundidos, mesmo em países como o Brasil, Cuba, México e El Salvador, onde a Agroecologia é bastante pesquisada. Portanto, temos bastante trabalho pela frente.

  

A pesquisa também constatou no Brasil, Nicarágua, El Salvador e Costa Rita a presença de um tecido organizativo composto por produtores, ONGs, academia, técnicos e gestores comprometidos com a Agroecologia. O que é muito bom para o avanço da Agroecologia no Brasil. 

   

 


 

8. O modelo de agricultura convencional vem sendo bastante questionado por todo o impacto ambiental em termos de esgotamento de recursos naturais, emissão de carbono, perda de biodiversidade. A agroecologia hoje oferece uma alternativa factível ao pacote convencional?

  

Claro. O desperdício no uso de recursos é um conceito humano e não presente nos ecossistemas naturais. A Agroeocologia, ao desenhar sistemas de produção a partir da premissa dos ecossistemas naturais promove a eficiência no uso dos recursos, reduzindo desperdícios, poluição e dependência de insumo externos, além de promover a biodiversidade, o que tende a gerar uma externalidade positiva para a comunidade local. Também utiliza melhor o uso de recursos ambientais livres, como radiação solar e carbono atmosférico.

 

Trata-se de uma maneira inovadora, extremamente atual de se produzir produtos agropecuários em consonância com as demandas mundiais de sustentabilidade ambiental, econômica e social, via resgate de saberes populares e tradicionais e empregando mão de obra qualificada.

 

Ela não se apresenta, portanto, na forma de pacote como o modelo de agricultura convencional. É uma construção com base nas características da localidade. 

  


  

9. Ouvimos muito, de pessoas mais céticas em relação à agroecologia, o argumento de que não é possível alimentar o mundo com orgânicos. Você acredita que a agroecologia tem condições de suprir a demanda mundial por alimentos?     

Não sou eu que digo que a Agroecologia tem a capacidade de suprir a demanda mundial por alimentos. Quem diz isso é a FAO. Ela trata a Agroecologia como caminho para se erradicar a fome no mundo. Num trabalho publicado em 2018, a FAO considera, em tradução livre, que “a Agroecologia oferece uma abordagem única para atender às necessidades das gerações futuras, garantindo que ninguém seja deixado para trás”.

Outros pesquisadores também comprovam isso. Em 2016, Michael Farrely realizou 50 estudos de caso em 22 países africanos e concluiu que a Agroecologia contribuiu diretamente para que se atingisse 10 dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Em tradução livre, “todos os estudos de caso mostraram um impacto positivo em relação à meta: acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a agricultura sustentável”.

  

Uma maneira de mensurar a eficiência de sistemas agroecológicos é usar as Razões Equivalentes de Terra – LER (Land Equivalent Ratios) que consiste em comparar os rendimentos de cultivos solteiros, com rendimentos de duas ou mais cultura em Sistemas Agroecológicos. Em geral os Sistemas Agroecológicos têm uma LER maior do que os sistemas de produção de cultura solteira.

 

 Ao apoiar uma diversificação alimentar, baseada no consumo de produtos locais, a Agroecologia contribui para a segurança alimentar e nutricional. Considero importante também destacar que o ato de se alimentar não pode ser visto como uma concepção bovina clássica do processo, ou seja, ofertar a população o alimento que for mais barato.

  

A alimentação carrega consigo aspectos sociais, culturais, comportamentais, relevantes a convívio, a troca de experiência. Por traz dela há uma série de rituais. Assim, ela exerce importante papel na formação do comportamento humano.

  

A desconexão entre hábitos alimentares e cultura tende a gerar uma situação em que a fome e a obesidade coexistem lado a lado, num mundo em que se convive ao mesmo tempo com a fome oculta e a fome real. Um exemplo, também publicado pela FAO, é a reintrodução de uma variedade tradicional de banana na Micronésia, cuja polpa alaranjada contem 50 vezes mais beta-caroteno que a tradicional banana de polpa branca, amplamente comercializada. O relato é que a ação contribuiu de modo significativo para a melhora da saúde e nutrição da população do país insular.

 Portanto, é possível alimentar o mundo, de maneira saudável com produtos vindos de sistemas agroecológicos. 

 

 


 

 10. Qual é o rumo que a agroecologia está tomando, em sua opinião? Quais devem ser as prioridades e a linha de ação? 

  

Do ponto de vista político, a Frente Parlamentar da Agroecologia e Produção Orgânica, recém criada, tem um importante papel a cumprir, na tentativa imediata de não apenas barrar a liberação desenfreada de agrotóxicos, mas tentar ter um diálogo com o governo na promoção de uma agricultura menos impactante.

 

Felizmente temos o ótimo exemplo de Florianópolis, que será a primeira zona livre de agrotóxicos no Brasil.

  

O Brasil apresenta um admirável potencial para ser um produtor de alimentos saudáveis, diversificados, gerando novas oportunidades de negócios, valorizando os inúmeros saberes e sabores locais e nossa biodiversidade. Além disso, a Agroecologia leva a possibilidade de ganhos com pagamentos por serviços ambientais, crédito de carbono e turismo sustentável.

 

Hoje o Brasil é um dos maiores exportadores do mundo de água virtual. Quando se exporta soja, o Brasil está exportando um bem precioso, que é a água. Mas não está sendo pago por isso. 

   


  

 11. E quais são os principais entraves para a agroecologia poder deslanchar mais, em sua opinião?

 

No cenário brasileiro atual, é o direcionamento político em prol da agricultura tradicional, além dos cortes orçamentários para pesquisas, extensão e políticas públicas direcionadas à agroecologia.

 

A Agroecologia também depende do acesso equitativo à terra e aos recursos naturais, a chave para a justiça social, bem como incentivos aos investimentos de longo prazo. 

  


  

12. Você comentou comigo que há uma iniciativa para se criar um selo agroecológico? Como seria isso? 

Há um movimento em São Paulo onde se discute essa possibilidade. Recentemente recebemos na UFSCar, campus Araras, no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações e Sistemas Públicos (PPGGOSP), uma pesquisadora argentina que apresentou uma pesquisa sobre circuitos curtos de comercialização na região de Córdoba. Lá houve um intenso trabalho que envolveu produtores rurais, entidades de classe, universidade, a fim de desenhar sistemas de produção agroecológicos. A certificação de produção é participativa, permitindo que consumidores estejam mais próximos do sistema de produção, que conheçam a realidade do produtor. Nas feiras onde são comercializados os produtos também há um trabalho de conscientização. Com isso, conseguiram que produtores vendessem, no mesmo espaço, produtos semelhantes a preços diferentes porque possuem custos de produção diferente e o consumidor aceita e paga essa diferença. Paga porque entende a causa da diferença de preço.

Na atualidade os consumidores tendem a rejeitar produtos cuja fabricação geram impactos ambientais negativos. Temos inúmeros exemplos, mas podemos citar o caso recente de um grupo de chefs argentinos, que baniram de seus restaurantes pratos com salmão. Washington, nos Estados Unidos, restringirá a produção oceânica de peixes em cativeiro a partir de 2025, inclusive porque essa produção representa uma ameaça para o salmão natural. Cada vez mais restaurantes e supermercados têm boicotado a venda de atum azul, cuja pesca irrefreada pode levar a eliminação da população em apenas três anos.

A agroecologia segue o caminho inverso, o da produção sustentável, do ponto de vista ambiental, econômico e social. Ao focar na agrobiodiversidade pode responder à crescente demanda por produtos que são ecologicamente corretos. Mas os consumidores precisam reconhecer esses produtos e esse reconhecimento se dá por certificação.

Na UFSCar estamos trabalhando com a possibilidade de criação de blockchain para esses sistemas. 

   

 


 

   

13. Há algum outro tópico que você gostaria de comentar a respeito da agroecologia?

 

Quero agradecer a vocês pelo espaço. Foi um prazer visitar a Toca e conhece seus sistemas de produção bem como foi um prazer recebê-los na UFSCar na Semana de Empreendedorismo Sustentável, promovida pela Tellus Jr.

 

Deixo meu contato, caso algum leitor tenha alguma duvida ou queira dialogar sobre a Agroecologia: andreapimentel@ufscar.br e o contato da Tellus Jr: tellusjr@ufscar.br

 

 

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